Publicações

Juventudes tradicionais e periféricas acessando financiamento

A publicação “Juventudes tradicionais e periféricas acessando financiamento”, analisa como o acesso a recursos pode fortalecer o protagonismo juvenil e as soluções climáticas construídas nos territórios. A partir da experiência do Fundo Casa entre 2020 e 2025, evidencia barreiras como burocracia, concentração de recursos e falta de apoio institucional. O estudo reúne dados, experiências e histórias de juventudes periféricas, indígenas, quilombolas e tradicionais, mostrando os impactos concretos do financiamento aliado à escuta e à confiança. Ao final, apresenta recomendações para tornar o financiamento climático mais acessível, flexível, participativo e comprometido com a justiça socioambiental.

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Relatório Anual 2025

Relatório Anual 2025 do Fundo Casa Socioambiental reúne os resultados de um ano marcado pelo segundo maior volume de recursos já mobilizado pela organização: R$ 46,65 milhões destinados a 646 apoios em todo o Brasil, sendo 620 projetos comunitários e 26 apoios a defensoras e defensores do meio ambiente. O documento apresenta dados sobre financiamento direto, adaptação climática, sociobiodiversidade e fortalecimento de redes do Sul Global, celebrando também os 20 anos de trajetória da organização ao lado de quem protege territórios e sustenta a vida no Brasil.

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Mulheres Potentes – Financiando Gênero e Liderança na Ação Climática

A publicação “Mulheres Potentes: Financiando Gênero e Liderança na Ação Climática” analisa a atuação do Fundo Casa Socioambiental no âmbito da Aliança GAGGA entre 2021 e 2024. O estudo evidencia o papel central de mulheres e dissidências de gênero na defesa dos territórios e na construção da justiça climática. A partir de dados e relatos, apresenta impactos, aprendizados e desafios no fortalecimento de organizações comunitárias. Destaca estratégias de financiamento que valorizam saberes locais, redes e incidência política. Por fim, reafirma a importância da filantropia comunitária feminista como motor de transformação socioambiental.

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Do Território à Ação Climática: A atuação do Fundo Casa no financiamento direto das agendas de adaptação, mitigação e transição justa

Do Território à Ação Climática” encerra a série Construindo Justiça Climática e apresenta como a ação climática já acontece nos territórios do Brasil. O estudo sistematiza 1.267 iniciativas apoiadas entre 2022 e 2024, com cerca de R$ 100 milhões destinados diretamente a povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e organizações de base. Com dados inéditos, o relatório mostra como adaptação, mitigação e transição justa se integram na prática, a partir de soluções locais. A publicação evidencia que as respostas à crise climática já existem e são lideradas por quem protege os territórios. Uma leitura essencial para quem busca entender como o financiamento climático funciona quando chega onde deve chegar.

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Onde estão os recursos para o clima? O cenário do financiamento climático para a sociedade civil do Sul Global

A publicação “Onde estão os recursos para o clima?” apresenta uma visão crítica e acessível sobre o financiamento climático global, destacando como os recursos são distribuídos e os desafios para que cheguem às comunidades do Sul Global. O material explica a arquitetura dos acordos internacionais, os principais fundos e mecanismos de acesso, e propõe caminhos para uma distribuição mais justa e democrática dos recursos, fortalecendo a participação da sociedade civil na COP 30 e nas decisões sobre o clima.

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Rumo à COP 30: o que as organizações da sociedade civil e da filantropia independente do Sul Global devem saber para participar das Conferências de Clima?

O material reúne informações essenciais sobre o funcionamento das COPs, o Acordo de Paris, as agendas prioritárias em disputa e dicas práticas para quem vai participar dessas conferências – especialmente organizações comunitárias, quilombolas, indígenas, ribeirinhas, mulheres, juventudes e outros movimentos sociais que historicamente têm pouca presença nesses espaços.

Mais do que um guia técnico, a publicação é um instrumento de fortalecimento político: ela reforça a importância de que os recursos e decisões globais cheguem até as comunidades que estão na linha de frente da crise climática — aquelas que também concentram as soluções mais inovadoras e sustentáveis.

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Relatório Anual 2024

Em 2024, o Fundo Casa Socioambiental destinou mais de R$ 29 milhões a 535 projetos e 42 defensoras e defensores ambientais em todas as regiões do país. Com presença em todos os biomas, os apoios priorizaram comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e outros povos tradicionais que enfrentam os impactos da crise climática. Destaques incluem a chamada Teia da Sociobiodiversidade, com investimento previsto de R$ 40 milhões até 2028, e a resposta emergencial às enchentes no RS, que mobilizou R$ 2,8 milhões. Brigadas comunitárias também receberam mais de R$ 3 milhões para o combate a incêndios em cinco biomas. A atuação alcançou diretamente 1,9 milhão de pessoas e reafirma o compromisso com um modelo de financiamento direto, justo e baseado na confiança. O fortalecimento de soluções locais segue como prioridade diante da alta demanda por apoio.

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