Do Território à Ação Climática” encerra a série Construindo Justiça Climática e apresenta como a ação climática já acontece nos territórios do Brasil. O estudo sistematiza 1.267 iniciativas apoiadas entre 2022 e 2024, com cerca de R$ 100 milhões destinados diretamente a povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e organizações de base. Com dados inéditos, o relatório mostra como adaptação, mitigação e transição justa se integram na prática, a partir de soluções locais. A publicação evidencia que as respostas à crise climática já existem e são lideradas por quem protege os territórios. Uma leitura essencial para quem busca entender como o financiamento climático funciona quando chega onde deve chegar.
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A publicação “Onde estão os recursos para o clima?” apresenta uma visão crítica e acessível sobre o financiamento climático global, destacando como os recursos são distribuídos e os desafios para que cheguem às comunidades do Sul Global. O material explica a arquitetura dos acordos internacionais, os principais fundos e mecanismos de acesso, e propõe caminhos para uma distribuição mais justa e democrática dos recursos, fortalecendo a participação da sociedade civil na COP 30 e nas decisões sobre o clima.
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O material reúne informações essenciais sobre o funcionamento das COPs, o Acordo de Paris, as agendas prioritárias em disputa e dicas práticas para quem vai participar dessas conferências – especialmente organizações comunitárias, quilombolas, indígenas, ribeirinhas, mulheres, juventudes e outros movimentos sociais que historicamente têm pouca presença nesses espaços.
Mais do que um guia técnico, a publicação é um instrumento de fortalecimento político: ela reforça a importância de que os recursos e decisões globais cheguem até as comunidades que estão na linha de frente da crise climática — aquelas que também concentram as soluções mais inovadoras e sustentáveis.
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Em 2024, o Fundo Casa Socioambiental destinou mais de R$ 29 milhões a 535 projetos e 42 defensoras e defensores ambientais em todas as regiões do país. Com presença em todos os biomas, os apoios priorizaram comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e outros povos tradicionais que enfrentam os impactos da crise climática. Destaques incluem a chamada Teia da Sociobiodiversidade, com investimento previsto de R$ 40 milhões até 2028, e a resposta emergencial às enchentes no RS, que mobilizou R$ 2,8 milhões. Brigadas comunitárias também receberam mais de R$ 3 milhões para o combate a incêndios em cinco biomas. A atuação alcançou diretamente 1,9 milhão de pessoas e reafirma o compromisso com um modelo de financiamento direto, justo e baseado na confiança. O fortalecimento de soluções locais segue como prioridade diante da alta demanda por apoio.
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O documento destaca o papel dos fundos do Sul Global na agenda de adaptação e apresenta algumas redes e fundos com gestão participativa que já estão ativos na agenda climática no Sul Global e podem servir como mecanismos financeiros cruciais para aumentar a resiliência local.
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Em 2023, o Fundo Casa Socioambiental bateu novos recordes ao apoiar um valor histórico de mais de R$ 55 milhões distribuídos entre 434 projetos. O relatório anual revela um aumento significativo no apoio direto a iniciativas socioambientais no Brasil e o fortalecimento de fundos parceiros no Sul Global. Esses resultados reforçam o compromisso no apoio a soluções locais baseadas na natureza e na justiça climática, além de consolidar sua influência em um contexto internacional da filantropia.
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Dos quase 4 mil apoios realizados pelo Fundo Casa em sua história, 727 foram apoios diretos a associações e organizações lideradas pelos povos indígenas do Brasil. São mais de R$ 31 milhões doados aos povos originários, alcançando 402 associações de 182 etnias, o que representa 60% das 305 etnias indígenas brasileiras reconhecidas. Estes importantes números tornam o Fundo Casa um dos maiores parceiros das iniciativas lideradas por comunidades indígenas no Brasil, tudo isso realizado por meio de um cuidadoso processo que envolve escuta e confiança.
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Esta publicação traz um compilado de lições aprendidas pelo Fundo Casa em sua atuação no apoio a defensoras e defensores de direitos humanos e de meio ambiente, com dados sobre os impactos, resultados e também artigos escritos por convidados que são referência no assunto. De agosto de 2019 até agosto de 2023, o Fundo Casa realizou, através do Fundo de Resposta Rápida, 264 apoios, um total de R$3.525.000,00 doados diretamente para defensoras e defensores. Esperamos que esta publicação possa inspirar outros atores do campo da filantropia para atuarem na proteção da vida daqueles que defendem aquilo que é de todos nós.
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